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Mulheres em violência doméstica têm acolhimento sigiloso em São Paulo

Rede estadual oferece 47 abrigos em 92 municípios e atendimento integrado com saúde, Justiça e assistência social

Redação POLITICA.SP3 de out. de 2026 · 21h020 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Mulheres em violência doméstica têm acolhimento sigiloso em São Paulo
Reprodução: visaooeste.com.br

Mulheres em situação de violência doméstica ou familiar podem buscar acolhimento sigiloso na rede de assistência social de São Paulo.

O estado dispõe de 47 abrigos regionais e municipais em 92 municípios, com capacidade para atender até 1.296 pessoas.

Há 12 unidades regionais e 35 municipais; o período de acolhimento pode chegar a seis meses, com prorrogação conforme avaliação da equipe técnica; os abrigos são cofinanciados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) e administrados pelos municípios.

O primeiro passo é procurar o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) ou o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município; a equipe realiza escuta, avalia risco e define medidas de proteção; quando há risco à integridade física, a mulher pode ser encaminhada ao serviço de acolhimento e levar filhos menores quando necessário.

Durante a permanência, as mulheres têm acesso a atendimento jurídico, psicossocial e a benefícios socioassistenciais; a atuação é integrada com unidades de saúde, sistema de Justiça e a rede socioassistencial para preservar a proteção e a unidade familiar.

47 abrigos — número total de unidades regionais e municipais

92 municípios — distribuição dos abrigos no estado

1.296 pessoas — capacidade máxima de atendimento

12 unidades regionais — composição da rede

35 unidades municipais — composição da rede

6 meses — duração máxima inicial do acolhimento, com possibilidade de prorrogação