Pesquisa Quaest mostra empate técnico no segundo turno: 42% a 42%
Levantamento de 24–27 de setembro aponta líder com 39% no 1º turno, indecisos caem para 5% e saldo de aprovação do governo melhora para -3 pontos.

Empate técnico no segundo turno: 42% a 42%, indecisos em 3% e 13% dizem que não votarão em nenhum dos candidatos.
Na primeira semana antes do primeiro turno, o líder aparece com 39% das intenções e o segundo com 34%; Cury e Caiado têm 4% cada, Renan 3% e Zema 1%.
A pesquisa Quaest, divulgada em 28 de setembro e analisada pelo professor Felipe Nunes, mostra redução de indecisos de 10% para 5% e queda do voto útil de 16% para 12% nos últimos 15 dias; o segundo colocado manteve 42% nas últimas três rodadas e o líder subiu 2 pontos percentuais no mesmo período.
O líder avançou entre mulheres (vantagem de 9 pontos onde havia empate duas semanas antes), entre eleitores de baixa renda (+26 pontos) e entre beneficiários do Bolsa Família (59% a 27%), ganhos associados a um pacote de medidas anunciado pelo governo.
Aprovação das medidas: 62% aprovam restrição a apostas online, 59% aprovam reajuste do Bolsa Família e 58% aprovam distribuição de canetas emagrecedoras no SUS; mulheres aprovam 64% a proibição de apostas e 62% o reajuste e as canetas; a proibição de apostas é mais aprovada entre renda mais alta.
Por religião, o líder tem vantagem de 13 pontos entre católicos — seu melhor desempenho nesse segmento desde 14 de agosto — e a vantagem do segundo diminuiu entre evangélicos; o medo da volta da família do segundo colocado cresceu entre católicos e mulheres, enquanto o medo da continuidade do líder aumentou entre homens.
A avaliação governamental melhorou: saldo negativo caiu de -6 para -3 pontos; o potencial de voto do líder subiu de 45% para 46% e sua rejeição caiu de 55% para 54%; o segundo mantém potencial de 43% e rejeição de 56%.
Metodologia: 2.004 entrevistas realizadas entre 24 e 27 de setembro, margem de erro de 2 pontos percentuais e registro no TSE BR-6520/2026.
O próximo passo é a reta final de campanha rumo ao primeiro turno, quando as variações de intenção de voto podem decidir o resultado.