Pobreza na Argentina sobe para 32,3% e atinge quase 10 milhões
Indigência subiu para 7,5% e crianças até 14 anos formam a maioria dos pobres

A pobreza na Argentina subiu para 32,3% nos primeiros seis meses deste ano, afetando quase 10 milhões de pessoas.
Isso elevou a taxa de indigência a 7,5% neste ano, ante 6,3% no segundo semestre de 2025.
O Indec divulgou os dados que mostram retomada da alta após queda iniciada no segundo semestre de 2024; a maioria dos pobres são crianças e adolescentes até 14 anos.
O ministro da Economia, Luis Caputo, minimizou o aumento e disse que as taxas permanecem menores que no primeiro semestre de 2024; o governo é chefiado por Javier Milei.
A atividade econômica caiu 2,9% em julho; Caputo atribuiu a retração à menor disponibilidade de gás para indústria, chuvas e nevascas, e menos horas trabalhadas por causa da Copa do Mundo.
32,3% — pobreza nos primeiros seis meses deste ano
quase 10 milhões — pessoas em situação de pobreza
7,5% — indigência neste ano
6,3% — indigência no 2º semestre de 2025
2,9% — retração da atividade econômica em julho