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Rodoviários do Distrito Federal aprovam greve a partir de 28 de setembro

Assembleia do sindicato decidiu a paralisação após negociações sem proposta; governo e empresas são alvos das reivindicações

Redação POLITICA.SP21 de set. de 2026 · 12h030 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Rodoviários do Distrito Federal aprovam greve a partir de 28 de setembro
NASA Earth Observatory image created by Jesse Allen, using EO-1 ALI data provided courtesy of the NASA EO-1 team and the United States Geological Survey. (Public domain) via Wikimedia Commons

Rodoviários do Distrito Federal aprovaram em assembleia, neste domingo (20/9), greve no transporte coletivo a partir de segunda-feira (28/9).

A categoria alerta que, se não houver avanços nas conversas, pode promover paralisações já esta semana antes da data marcada.

A decisão unânime ocorreu após tentativas frustradas de acordo com o governo e com as empresas por reajuste salarial e outras pautas da categoria.

Os rodoviários negociam desde julho reajuste que cubra a inflação do ano e garantias de ganho real; o acordo coletivo anterior expirou em 30 de julho.

Entre as reivindicações estão jornada de 6 horas corridas, tíquete e cesta alimentação, plano de saúde e odontológico, quinquênio e garantia de emprego para cobradores mesmo com retirada do dinheiro em circulação.

O diretor financeiro do Sindicato dos Rodoviários, João Osório, disse que “não havendo mudança de postura das empresas… a categoria poderá recorrer a formas de pressionar os empresários e governo”, e que essas formas ainda serão discutidas pela direção do sindicato.

Durante agenda no Gama nesta segunda (21/9), a vice-governadora Celina Leão reagiu à comunicação da greve, afirmou que “não vai admitir pressão no meio de um projeto eleitoral” e pediu auditoria dos contratos.

20/9 — assembleia que aprovou a greve

28/9 — data em que a paralisação começa

julho — início das negociações por reajuste

30/7 — fim do acordo coletivo anterior

O próximo passo é a direção do sindicato discutir e definir as medidas de pressão; o governo mantém pedido de auditoria dos contratos e diz estar aberto ao diálogo.