STF reverte condenação e mantém mandato de Paulinho da Força
Gilmar Mendes acompanhou Alexandre de Moraes na reversão em novembro de 2023; decisão evitou perda de mandato.

STF reverteu a condenação de Paulinho da Força e manteve seu mandato, com Gilmar Mendes acompanhando o voto de Alexandre de Moraes.
A decisão afastou a perda do mandato que decorreria da condenação de 10 anos e 2 meses.
Paulinho da Força é presidente do Solidariedade; nos últimos dias o deputado apresentou três pedidos — dois ao STF e um ao Senado — contra ministros alinhados a uma ala adversária de Gilmar, de Moraes e de Flávio Dino.
Em 29.set.2026 Paulinho protocolou no Senado pedido de impeachment de Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux e, no mesmo dia, o partido pediu a Dino a retirada de Kassio e Mendonça da função de analisar reclamações sobre propaganda eleitoral no TSE.
No pedido de impeachment Paulinho questionou a atuação de Kassio e Mendonça em questões político-eleitorais e afirmou que Fux não deveria continuar no julgamento relacionado ao Banco Master; a petição também cita um possível pagamento de R$ 500 mil de Daniel Vorcaro a Kevin Marques, filho do presidente do TSE.
Nesta 5ª (1.out) o Solidariedade voltou ao STF pedindo que Renan Santos (Missão) pudesse participar do debate presidencial da TV Globo; Gilmar autorizou a presença do candidato e a Globo acabou cancelando o debate.
Flávio Bolsonaro desistiu do debate, citando "insegurança jurídica, censura e interferência do Judiciário nas eleições"; Renan Santos respondeu que Flávio teve "medo" de enfrentá-lo e fugiu.
10 anos e 2 meses — pena revertida
3 pedidos — 2 ao STF e 1 ao Senado
29.set.2026 — pedido de impeachment apresentado
R$ 500 mil — valor citado na petição sobre pagamento