Vencedor do segundo turno de 2026 precisa priorizar o desenvolvimento do Brasil
Mandato de quatro anos exige estratégia concreta em emprego, energia, dívida, reforma administrativa e segurança jurídica

O grande vencedor do segundo turno da eleição presidencial de 2026 tem de priorizar o desenvolvimento do Brasil.
O presidente terá um mandato de quatro anos e precisa apresentar uma estratégia que sobreviva à alternância de poder.
Programas de transferência de renda devem ser mantidos enquanto necessários, mas a prioridade é criar empregos em larga escala para ampliar renda e autonomia.
É preciso reduzir custos trabalhistas sem renunciar à proteção social e aos direitos dos trabalhadores.
A transição energética — energias renováveis, biocombustíveis, bioeconomia, terras raras e novas tecnologias — deve virar fonte de investimento, exportações e empregos qualificados.
A reforma administrativa, parada no Congresso Nacional, precisa buscar eficiência, aperfeiçoar serviços e melhorar a utilização dos recursos públicos.
É indispensável equacionar a dívida pública e manter compromisso com o equilíbrio fiscal para viabilizar juros menores e ampliar crédito.
Segurança jurídica exige regras previsíveis, respeito a contratos e estabilidade regulatória; o combate ao crime organizado precisa integrar forças de segurança, inteligência e atacar o fluxo financeiro das facções.
Priorizar proteção e oportunidades de ensino e trabalho para jovens de baixa renda é fundamental para reduzir recrutamento por quadrilhas.
A transição da reforma tributária sobre o consumo deve garantir mais simplicidade, previsibilidade e menor litigiosidade, sem aumento da carga, e assegurar isonomia entre empresas nacionais e estrangeiras.
A eleição não termina no dia do voto: o resultado do segundo turno definirá quem conduzirá o Governo Federal e deverá promover paz, menos descontinuidade e planejamento contínuo para décadas futuras.