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BNDES vai estruturar concessões de 3.137 km de rodovias no Norte e Nordeste

Contrato assinado em 14 de outubro inicia preparação de cinco trechos, com projetos previstos para conclusão até fim de 2030

PRedação Política.SP17 de out. de 2026, 18h04· 1 acesso
BNDES vai estruturar concessões de 3.137 km de rodovias no Norte e Nordeste
Reprodução: transportemoderno.com.br

BNDES e o Ministério dos Transportes assinaram contrato para estruturar concessões de 3.137 quilômetros de rodovias federais no Norte e no Nordeste.

Os projetos devem ser concluídos até o fim de 2030, prazo previsto no acordo assinado em 14 de outubro, no Rio de Janeiro.

O contrato abrange cinco trechos e inicia a preparação dos projetos para futura transferência da operação à iniciativa privada, sem representar a concessão nem o começo das obras.

Serão estudados 775 km da BR-153, 678 km da BR-010, 717 km da BR-226, 473 km da BR-116 e 494 km da BR-104, conforme a relação divulgada pelo banco.

A seleção dos trechos decorre de avaliação da malha federal feita com o ministério desde 2025, com prioridade para ligações relevantes ao escoamento da produção agrícola e à integração rodoviária.

O anúncio não traz estimativas de investimentos, intervenções por trecho nem datas de leilão; as obrigações das futuras concessionárias dependerão do desenvolvimento dos projetos.

3.137 km — extensão total dos trechos a serem estruturados

775 km — BR-153

678 km — BR-010

717 km — BR-226

473 km — BR-116

494 km — BR-104

“A orientação coloca o escoamento de cargas entre os critérios para a preparação das concessões”, disse Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

O ministro dos Transportes, George Santoro, informou que a estruturação deverá considerar redução do custo do pedágio e implantação de internet 5G ao longo das rodovias, além da política de sustentabilidade criada em 2024.

O próximo passo é concluir os estudos de viabilidade previstos no contrato e transformar os projetos em editais e modelos de concessão para futura transferência ao setor privado até 2030.

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