Eleições

Motta pede vigilância contra desinformação e aprimoramento da lei eleitoral

Discurso ocorreu na abertura da exposição 'O Caminho do Voto', com presença de Kassio Nunes Marques, nesta terça (8).

PRedação Política.SP8 de set. de 2026, 14h34· 22 acessos
Motta pede vigilância contra desinformação e aprimoramento da lei eleitoral
Reprodução: sbtnews.sbt.com.br

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu vigilância no combate à desinformação e aprimoramento da legislação para garantir eleições limpas.

O pedido veio durante a abertura da exposição "O Caminho do Voto" no Salão Negro da Câmara, nesta terça-feira (8), com a presença do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

A mostra, já exibida no Senado Federal, traz painéis sobre etapas do processo eleitoral e detalhes das urnas eletrônicas, incluindo tecnologias, procedimentos de auditoria, controles institucionais e atuação de servidores e colaboradores.

Motta mencionou redes sociais e inteligência artificial ao afirmar que o sistema eleitoral precisa acompanhar as mudanças da sociedade e que informação é a melhor resposta contra dúvidas sobre as urnas.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, defendeu a votação e apuração eletrônicas, dizendo que a tecnologia respondeu a vulnerabilidades que comprometiam etapas do processo eleitoral.

Nunes Marques citou a evolução do sistema desde 2000 e lembrou a origem legislativa: a Lei nº 9.100/1995 e a introdução da urna eletrônica nas eleições municipais de 1996.

9.100/1995 — lei que instituiu a urna eletrônica

1996 — primeiro uso da urna em eleição municipal

2000 — marco citado para a evolução do sistema eletrônico

3 a 0 — placar inicial do julgamento na Segunda Turma que manteve o afastamento do diretor-geral da PF

90 dias — prazo que o decano Gilmar Mendes tem para devolver o caso ao colegiado após pedir vista

Mais cedo, Nunes Marques votou para manter a decisão de afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e Luiz Fux acompanhou o voto, mas Gilmar Mendes pediu vista com prazo de 90 dias para analisar o caso.

O próximo passo processual é o retorno do caso à Segunda Turma após o prazo de vista de Gilmar Mendes, para referendo do colegiado.

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