Economia

São Paulo investiu R$ 11 bilhões em drenagem entre 2021 e 2026

Cidade destinou R$ 28,8 bilhões ao Orçamento Climático para 2026 e prevê R$ 2,37 bilhões para drenagem em 2027

PRedação Política.SP21 de out. de 2026, 16h31· 4 acessos
São Paulo investiu R$ 11 bilhões em drenagem entre 2021 e 2026
Reprodução: www.metropoles.com

A Prefeitura de São Paulo aplicou mais de R$ 11 bilhões em obras de drenagem e combate a enchentes entre 2021 e 2026.

O Orçamento Climático prevê R$ 28,8 bilhões para 2026 e integra metas do PlanClima SP ao ciclo orçamentário anual.

Foram finalizadas 756 intervenções desde 2021, incluindo nove reservatórios e 220 recuperações de córregos e galerias, totalizando mais de 62 mil metros reconstruídos.

Outras 60 obras estão em andamento: 45 intervenções em córregos, 10 reservatórios e o Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR), publicado e cumprindo cronograma.

Reservatórios entregues incluem Ribeirão Aricanduva (Penha), Paciência (Vila Maria e Vila Guilherme) e Taboão (Aricanduva); Perus R1, R2 e R3; e três reservatórios/pôlderes em São Miguel Paulista.

Reservatórios do Morro do S e do Carumbé já operam parcialmente, com término total previsto para dezembro de 2026; Jardim Lapenna opera e deve terminar em janeiro de 2027.

Antonico e Mooca têm entrega programada para fevereiro e maio de 2027, respectivamente; o PLOA 2027, enviado à Câmara em 30 de setembro, prevê R$ 2,37 bilhões para drenagem.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (SIURB) afirma que seis reservatórios entregues, mais dez em execução, elevam a reservação de 6.929.290 m³ para 8.791.990 m³, aumento de 27%.

Desde 2021 foram finalizadas 21 obras de canalização, 363 contenções de margens de córregos e 85 intervenções pelas Subprefeituras; 109 contenções estão em áreas de risco monitoradas pela Defesa Civil.

Foram entregues 31 Cadernos de Bacias Hidrográficas e publicada a segunda edição do Plano Diretor de Drenagem; o PMRR foi finalizado em dezembro de 2024 e gerou 121 projetos voltados a áreas vulneráveis.

Licitações iniciais desses projetos ocorreram em 2025; seis áreas já têm obras em andamento, outras seguem em fases de licitação e contratação.

A cidade ampliou ações de limpeza: até setembro de 2026 retirou 149.572,81 toneladas de detritos de córregos e limpou 149.492 bueiros, poços de visita e galerias.

A Operação Cata-Bagulho recolheu 55.376,75 toneladas de resíduos desde 2021; o número de equipes de conservação subiu de 209 para 271, aumento de 29,6%.

O parque de hidrojatos passou de 24 para 54 caminhões em agosto de 2026; equipes de limpeza de piscinões cresceram para 76, ante sete oito anos atrás.

A estratégia inclui SBNs: 16 novos parques públicos criados entre 2021 e 2026, somando 5,5 milhões de m²; foram implantados 523 jardins de chuva, 374 desde 2021.

Foram abertos 20 bosques urbanos, 19 deles na atual gestão, com 10 inaugurados em 2026; destaque para o Parque Fazenda da Juta, concebido como “parque esponja”.

Os indicadores de alagamento melhoraram: entre os primeiros oito meses de 2025 e 2026, ocorrências caíram 23%, de 593 para 457 incidentes.

No período chuvoso 2025/2026, vias atingidas por alagamentos recuaram de 860 para 380, queda de cerca de 55%.

R$ 11 bilhões — investimento em drenagem entre 2021 e 2026

R$ 28,8 bilhões — Orçamento Climático previsto para 2026

R$ 2,37 bilhões — previsão para drenagem no PLOA 2027

756 — intervenções finalizadas desde 2021

62.000 m — córregos e galerias recuperados (mais de)

6.929.290 m³ → 8.791.990 m³ — aumento da capacidade de reservação (27%)

O próximo passo é a tramitação do PLOA 2027 na Câmara Municipal, que inclui os R$ 2,37 bilhões previstos para drenagem e o cronograma de entregas de reservatórios.

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